Arts

Vivente Andante traz conversas que fluem sobre arte e cultura pelas ondas sonoras de um mar abstrato. Viver é trocar conhecimento, escutar, aprender e partilhar. Um programa canalizado através do jornalista Alvaro Tallarico.

Episodes

João Filipe Domingues Brasil conversou com o jornalista Alvaro Tallarico sobre a questão indígena e a política indigenista no Brasil. Ele possui graduação em História pela Universidade Católica Dom Bosco (2012) e mestrado em História pela Universidade Federal da Grande Dourados (2015). Atualmente é professor da Fundação Roberto Marinho e Doutorando em História na Universidade Salgado de Oliveira. Tem experiência na área de História, com ênfase em História Indígena, atuando principalmente nos seguintes temas: Etno-história, História do Brasil e História da América.

// Apresentação e roteiro: Alvaro Tallarico /// Foto por Alvaro Tallarico // Edição: Rico Moraes /// Gravado na Pato Rouco Records // Música de abertura e fechamento: 2 na praça - Da Praça /// Siga @viventeandante nas redes sociais /// Visite www.viventeandante.com

Play Now

Mayra Itaborahy cresceu ouvindo histórias musicais. Desde o bisavô que foi professor de música de Ary Barroso, passando por um avô radialista e músico, chegando ao pai, um de seus parceiros nas composições. Aqui ela conta um pouco de sua vida, do trabalho como advogada de direitos autorais e a paixão pela música. Assim como pela gastronomia. 

Mayra Itaborahy tem influências de compositores como Noel Rosa, Assis Valente, Cartola, Nelson Cavaquinho, Chico Buarque, João Bosco, Tom Jobim, Paulinho da Viola, Guinga, Paulo Cesar Pinheiro, Aldir Blanc, Jorge Simas, Paulo Cesar Feital, e outros.

Em seu disco de estreia, "Quem Convidou”, a artista interpretou estilos como samba, choro, xote, fox e bolero. Mayra participou de festivais como o Festival Nacional da Canção, em Minas Gerais, e os Festival de Música das Rádios EBC (Rádio Nacional Rio e MEC). Além disso, atuou também no espetáculo musical “Tem Malandragem na Lapa”, uma adaptação livre de “Ópera do Malandro”. A artista costuma se apresentar em shows autorais ou rodas de samba e comanda o grupo Sambalá, na voz e violão. Seu último single "Nossos Mil Volts" é uma homenagem ao namorado, aqui ela explica.

Apresentação e Roteiro: Alvaro Tallarico /// Foto: Alvaro Tallarico /// Edição: Rico Moraes /// Música de abertura e fechamento: 2 na praça - Da Praça /// Siga @viventeandante nas redes sociais /// Visite www.viventeandante.com

 
 
Play Now

Filhos de Sá. Cosme Motta, Murilo Santos e Nay Duarte formam um trio amadrinhado pela cantora Sandra de Sá. A artista percebeu os três durante um evento chamado Baculejo das Artes, um sarau organizado pela própria Sandra. Eles estavam cantando separados, contudo, quando cantaram juntos, a experiente artista percebeu algo diferente e sugeriu que se unissem. Assim começou o grupo Filhos de Sá. A entrevista conta com muita irreverência, inclusive uma cômica imitação da Sandra de Sá.

A química entres os três é clara, cada um com estilos e influências próprias que se mesclam, unidos por um amor em comum: Sandra de Sá, a rainha do soul brasileiro. 

O grupo lançou o EP “Vá Sorrir”, cuja canção-título visa transmitir uma mensagem positiva: “Faz de conta que a conta que chegou não cobra nada, que a água na chaleira está feliz”. A ideia de não se prender nas dificuldades, mas sorrir e superar.

Apresentação e Roteiro: Alvaro Tallarico /// Edição: Rico Moraes /// Música de abertura e fechamento: 2 na praça - Da Praça /// Siga @viventeandante nas redes sociais /// Visite www.viventeandante.com

Play Now

Cosmogonia Africana - Visão de Mundo do Povo Iorubá é um espetáculo teatral de dança focado na mitologia negra, especificamente Iorubá. A ideia e concepção é de Ana Catão, pesquisadora, bailarina, professora e coreógrafa na área de danças afro-brasileiras. Após assistir uma palestra de Marcelo Monteiro sobre Cosmogonia Africana, apaixonou-se e resolveu fazer um espetáculo em cima daquilo que viu e ouviu. Começou a estudar mais a fundo o universo iorubá e pesquisar. Começou essa ideia em 2014, contudo, somente em 2017 o projeto conseguiu ser contemplado em um edital e finalmente pôde começar a virar realidade. Procurou transformar a dança de cunho religioso em um formato contemporâneo, de maneira que contasse uma história. Aninha descobriu que estava grávida na mesma época que ganhou o apoio para o projeto.

A luta para valorizar a cultura negra e contra a discriminação racial é a missão do espetáculo. Aninha Catão fala também sobre o teatro resistindo e mostrando a força negra a partir da ocupação dos espaços.

“Oficina de Dança Afro-Brasileira com Ana Catão” é um projeto que busca trabalhar a dinâmica dos movimentos corporais, através da gestualidade trazida pela dança afro. Ainda por cima visa conscientizar a respeito da importância da representação da cultura negra, oriunda dos povos africanos, para a formação da identidade brasileira. A oficina tem como principal abordagem a dança contemporânea inspiradas nos Orixás do candomblé, respeitando a relação do Brasil com as divindades africanas através de suas histórias e mitos. Busca dialogar com outras danças afro-brasileiras nas suas movimentações e gestos. Essa é a base do que acontece no espetáculo Cosmogonia Africana - Visão de Mundo do Povo Iorubá que conta com elenco e equipe de produção quase 100% negra.

// Apresentação e roteiro: Alvaro Tallarico /// Edição: Rico Moraes /// Música de abertura e fechamento: 2 na praça - Da Praça /// Siga @viventeandante nas redes sociais /// Visite www.viventeandante.com

Play Now
Podbean App

Play this podcast on Podbean App