Arts

Vivente Andante traz conversas que fluem sobre arte e cultura pelas ondas sonoras de um mar abstrato. Viver é trocar conhecimento, escutar, aprender e partilhar. Um programa canalizado através do jornalista Alvaro Tallarico.

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Confira essa divertida conversa com a Typical Me, uma banda de Portugal que canta em inglês. Seu maior sucesso é a bela "Show a Little Love". A vocalista Adriana Torres cresceu ouvindo músicas estrangeiras, majoritariamente em inglês e acabaram por construir esse projeto dessa forma. Nesse bate-papo eles entram na polêmica se suas músicas são voltadas para fazer amor. Contudo, argumentam que procuram cantar um sofrimento que não é definitivo. Louvam a Casa da Música, casa cultural localizada no Porto, Portugal, que sempre valoriza o universo musical.

Falam ainda sobre o sacrifício de tentar viver de música, algo que não é palpável, porém importa mais o objetivo de tentar tocar as pessoas. A banda portuguesa é constituída por Adriana Torres (voz), José Pedrosa (teclados), Fábio Pereira (guitarra), Filipe Ferreira (baixo) e Aury Santos (bateria). Todos estiveram presente e responderam as perguntas do jornalista Alvaro Tallarico, de forma simpática e engraçada, logo após apresentarem um show na Casa da Música.

Inclusive, no show, surpreenderam com uma versão de “If You Had My Love”, de Jennifer Lopez, em novo arranjo soul, mantendo a aura dançante, todavia, mais melódico. Typical Me canta o amor em várias de suas formas. Nesse show ainda presentearam os espectadores com uma nova canção, “Surprise”, extremamente afável. A vibração era positiva e cativava. O carisma davocalista Adriana Torres é claro e ela busca uma interpretação que tende a evoluir. Lembrei da cantora Sade, como se fosse uma mescla com a sueca Marie Fredriksson. Em certo momento, um solo de Aury Santos impressionou e arrancou gritos de animação de um público que se mantinha concentrado.

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A fuga do assistencialismo e a ideia de proporcionar oportunidades para as mulheres que estão em situação de vulnerabilidade. Pensando nisso, Pamella Kristine Lessa fundou o Coletivo Pretas Ruas. Durante alguns anos, Pamella adquiriu experiências que contribuíram muito para o seu crescimento profissional e pessoal, investiu em um intercâmbio fora do país, trabalhou em grandes projetos em multinacionais de referência no país, conheceu profissionais excepcionais, contudo, a sensação de que algo faltava, permanecia.

Após analisar esse “vazio”, decidiu criar o Coletivo Pretas Ruas (@pretas_ruas).

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A cantora e atriz Luellem de Castro coloca o feminismo como um conceito branco e busca resgatar a ancestralidade com sua música. Comenta a discussão sobre a negritude e o candomblé em suas canções. Na sua percepção, vê na atualidade um grande comentar de problemas, contudo, sem solucionar. Exemplifica isso na composição “Menina Hareboa”, onde usa a comicidade para passar a mensagem sobre uma hipocrisia extremamente comum no Brasil.

Luellem de Castro conversou com o jornalista Alvaro Tallarico após realizar um show com a banda Nós Somos no Pub Panqss, em Botafogo, Rio de Janeiro. O músico Leandro Castro, da Nós Somos, faz participação no podcast. Ambos comentaram o estilo, ou o não-estilo, que o grupo procurar seguir. A cantora lembra Nina Simone e dá sua opinião com relação a arte e os acontecimentos do mundo.

Certamente, Luellem de Castro e Nós Somos mescla teatralidade com canções críticas e divertidas ao mesmo tempo de forma cativante. Porque talvez o monstro do armário só precise de um abraço, como dizem em “Princesa Rottweiller”.

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Números da depressão e suicídio no Brasil: de acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), a quantidade de casos de depressão cresceu 18% em dez anos. A previsão da OMS é que, em 2020, seja a doença mais incapacitante do planeta. Além disso, a cada 40 segundos uma pessoa comete suicídio.

Nessa entrevista, a atriz e dramaturga Marcélli Oliveira fala sobre o assunto e como aborda com leveza, mas buscando a reflexão, no espetáculo "Se Não Agora, Quando?". Inclusive, segundo a pesquisa de 2019 do Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope): Depressão, suicídio e tabu no Brasil – um novo olhar sobre a saúde mental, realizada com mais de dois mil brasileiros, a partir dos 13 anos de idade, em diferentes regiões do país, a situação é alarmante. A pesquisa mostrou que uma em cada quatro pessoas já pensou em se matar durante a adolescência. Ademais, sobre a depressão, há muita vergonha do diagnóstico, do tratamento, de procurar ajuda e das pessoas descobrirem sobre a doença. Dessa forma, a depressão é vista como um tabu e pode acabar levando ao suicídio se não for tratada.

Apesar de mais comum em idosos, a tragédia vem crescendo entre os jovens. No Brasil, o suicídio já é a quarta maior causa de morte entre pessoas de 15 a 29 anos de idade. A saber, de 3% a 5% das emergências atendidas nos hospitais são de tentativas de suicídio. Entre as pessoas que tentam se matar, cerca de 38% possuem transtornos de humor e 22% possuem transtornos por uso de substâncias.

O texto do espetáculo "Se Não Agora, Quando?" é bom, divertido, e, ao mesmo tempo, contundente e perspicaz. Marcélli Oliveira percorre todo o palco, indo e vindo, demonstrando disposição praticamente infindável, sob a direção de Leonardo Hinckel. Ouça e diga o que achou.

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Leonardo Pereira é editor e colunista do diário esportivo LANCE!, tendo trabalhado também com jornalismo cultural. Nessa descontraída conversa como o jornalista Alvaro Tallarico, fala sobre as alegrias e agruras da carreira jornalística, o árduo trabalho de edição de um jornal, a paixão que o futebol move no Brasil e suas polêmicas. Além de falar sobre alguns de seus amores: cinema, cultura e viagens. Matita Pereira, como também é conhecido, fala de suas passagens pela América do Sul, especialmente o Cone Sul. Comenta sobre o País Basco, a região de Andaluzia e suas passagens pela Espanha, destacando o Museu Reina Sofia. Ainda por cima, dá dicas sobre Madrid, por exemplo, como entrar no Museu do Prado de graça. Leonardo coloca as melhores fotos de suas viagens e o jornalismo gastronômico de boteco que realiza pelas ruas do Rio de Janeiro no instagram @matita_pereira. O jornalista mostra preocupação com o momento cultural do país e cita fatos históricos que corroboram com sua reflexão.

// Apresentação, roteiro e edição: Alvaro Tallarico /// Siga @viventeandante no Instagram e no Twitter /// No Facebook: facebook.com/viventeandante // E visite www.viventeandante.com

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