Arts

Vivente Andante traz conversas que fluem sobre arte e cultura pelas ondas sonoras de um mar abstrato. Viver é trocar conhecimento, escutar, aprender e partilhar. Um programa canalizado através do jornalista Alvaro Tallarico.

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Ele fala sobre como o Brasil vive entre a lama e o caos. Sendo a lama também uma riqueza. Carlos Posada é um cantor, compositor e músico de origem sueca, mas vivência brasileira. Criado em Pernambuco e radicado na cidade do Rio de Janeiro (RJ), viaja pela MPB, o rock e o indie. Inclusive, tem músicas gravadas por Lenine, Ana Cañas e Duda Brack, fez parte da banda O Clã e acredita que a cultura e a arte podem mudar perspectivas. 

No dia em que gravamos essa entrevista, uma chuva torrencial despencou no Rio de Janeiro. Contudo, não impediu os amantes de música de comparecem ao agradável Pub Panqss, em Botafogo, para o show de Posada, Gui Fleming e Agatha. As ruas alagadas foram secando vagarosamente, enquanto os espectadores chegavam aos poucos e subiam para o segundo andar do pub, ávidos por canções que tocassem seus corações. Assim foi. Posada adentrou o palco, sentou-se com o violão e discorreu suas composições com altivez e descontração. Em “Retalhos”, o público pareceu ficar mole, escutando com aqueles sorrisinhos que insistiam em permanecer em seus rostos. Um clã de fãs deliciava-se.

// Apresentação, produção e roteiro: Alvaro Tallarico // Edição: Fachal Júnior // Siga @viventeandante no Instagram e no Twitter // No Facebook: facebook.com/viventeandante // E visite www.viventeandante.com

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É possível lutar pelos sonhos e direitos. É nisso que a banda Ponte Safena acredita e por isso canta o 'Direito de Viver' e de fazer o que se gosta, utilizando a música para criticar a situação social do Brasil. A busca por utilizar o rock como instrumento de superação e mensagens positivas. O Brasil sempre está em crise?

Há o relato da experiência de um dos integrantes como militar,o qual teve que ficar preso durante um tempo por não seguir os ideais da instituição. Aqui a banda Ponte Safena fala sobre arte e rock e o motivo de suas escolhas musicais que objetivam uma atemporalidade.

Eles foram entrevistados um pouco antes de realizarem um show no Festival Akasha Rock Fest, em 2019.

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As atribulações da vida viram música no violão de Hugo Mello, que faz parte da nova geração da MPB. Aqui ele fala sobre arte e como cria suas composições, entre elas, "Nina", que parece uma coisa, é outra, mas acima de tudo, tem delicadeza, singeleza e felinidade. Ele preza por canções intimistas e tem grande inspiração em Los Hermanos. 'Meu Girassol', por exemplo, traz uma letra mais densa. Enquanto "Filme" é uma grande serenata de amor e uma ode ao cinema. 

A música é uma paixão para Hugo Mello, que deseja ver suas canções se espalhando e tocando as pessoas, mexendo com sentimentos. O jornalista Alvaro Tallarico conversou com ele na Tijuca, Rio de Janeiro.

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O ator Roberto Birindelli e o cineasta Bruno Bini falaram sobre o momento cultural brasileiro e algumas das situações que vem ocorrendo com o audiovisual do país. A entrevista aconteceu após apresentarem o filme de ficção científica que realizaram, Loop, no Festival Internacional de Cinema do Porto, o Fantasporto. Logicamente, também responderam algumas questões sobre o longa-metragem, a experiência de participar do festival e Portugal.

Loop é um filme brasileiro de ficção científica que fala sobre viagem no tempo, e, em paralelo, é um thriller policial. O diretor e escritor, Bruno Bini, segue um caminho sombrio e misterioso, com uma fotografia esmerada de Ulisses Malta Jr.. A partir de um início dramático, conhecemos Daniel (Bruno Gagliasso) e a tragédia que vai mudar toda sua vida. Loop oferece diversos plot twists e surpresas que vão surgindo aos poucos, fazendo com que o público busque juntar o quebra-cabeças e investigue a situação junto com o policial Roberto (Roberto Birindelli). O diretor Bruno Bini consegue manter o espectador atento e na torcida para que o protagonista Daniel descubra como voltar no tempo para mudar o futuro.

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Thomas Ian Nicholas (from American Pie, Walt Before Mickey) talks about how it was to work with Mickey Rourke, Lou Diamond Phillips, Sean Astin and Penelope Ann Miller in this movie 'Adverse'. Brian Metcalf, director and writer of the movie say some words and Kelly Arjen talks in english and spanish about her character and the differences between Los Angeles, USA and Porto, Portugal.

This nice talk happened in the 40º Oporto International Film Festival (Fantasporto) at Municipal Theatre Rivoli. 

// Host and writer: Alvaro Tallarico // Sound editor: Fachal Júnior // Follow @viventeandante in Instagram and Twitter // Facebook: facebook.com/viventeandante // Visit www.viventeandante.com

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Ser alheio é mais interessante ou mais importante é seguir o fluxo do rio? Os Caras & Carol foram entrevistados pelo jornalista Alvaro Tallarico na saída de um show que fizeram no Pub Panqss, em Botafogo, Rio de Janeiro, juntamente com Luellem & Nós Somos e Balla e os Cristais. As composições dessa galera surgiram muito a partir de suas experiências na adolescência e os sentimentos após o ensino médio - e vem conquistando o público. Amar para sempre até amanhã? É uma das reflexões que despertam.

Nessa divertida conversa falam sobre a filosofia incutida em suas músicas e os caminhos da arte. Formada por Carolina Coutinho (vocais), Leonardo Maciel (baixo), João Loroza (guitarra) e Ruvício Santos (bateria), a banda de pop rock Os Caras & Carol vem dando o que falar. A banda Os Caras & Carol foi criada em setembro de 2015. Foi o ano em que Carolina e Leonardo se conheceram na Escola de Atores Wolf Maya, no Rio de Janeiro. A princípio, a ideia era montar um espetáculo musical, mas acabaram formando uma banda, ao lado de João e Ruvício. A canção "Cabelo" é um de seus maiores sucessos, que surgiu de Carol, com 19 anos, a partir de experiências com bullying e rejeição. 

Entre 2015 e 2017, a banda se dedicou a trabalhar em seu repertório autoral, gravar clipes e fazer as primeiras apresentações. Em julho de 2018, Os Caras & Carol abriram o Festival de Inverno do Rio, na Marina da Glória, dividindo o palco com Frejat, Nando Reis e Os Paralamas do Sucesso. Posteriormente, realizaram apresentações na Fundição Progresso (RJ) e na Audio (SP), parte do Convicção Festival. O quarteto se apresentou em 2019 no FM Hall, e dividiu o palco com a banda Supercombo, no palco do Circo Voador (RJ). Depois, fizeram show no Rock In Rio.

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A cantora e atriz Susanne Stersi fala de seu novo EP e a ideia de unir música e outras artes, como o teatro, no Sarau da Su, que nasce de uma vontade de criar espaço para expressões artísticas. Inclusive, fala sobre a questão da censura que parece querer retornar ao Brasil e essa iniciativa de unir artistas em prol da cultura. Susanne comenta sobre a discrepância que ocorre entre o público que vai aos shows e os seguidores de redes sociais.

Susanne Stersi se coloca como uma pessoa que tem muita vontade de criar e busca realizar um trabalho urbano e orgânico. Com influências claras da cantora Sandy, Marjorie Estiano e Taylor Swift, foca na música pop. Cantora, compositora e atriz, Susanne Stersi é carioca e desde pequena dava indícios que seguiria no ramo artístico. A música foi um hobby até 2017, quando, após se formar em Engenharia, decidiu se dedicar integralmente ao esse sonho. Susanne lançou 3 singles em 2019 num projeto totalmente autoral, buscando trazer em suas letras um mergulho em sentimentos, experiências e sensações. Atualmente foca na divulgação do seu primeiro EP “Ei, Seu Relógio”, com 4 faixas autorais, e prepara o próximo, além do projeto Sarau da Su.

// Apresentação e roteiro: Alvaro Tallarico // Edição: Fachal Júnior // Foto de Susanne Stersi por Nanda Araújo // Siga @viventeandante no Instagram e no Twitter // No Facebook: facebook.com/viventeandante // E visite www.viventeandante.com

 

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Tiago Nacarato conversou com o jornalista Alvaro Tallarico. Tiago é um cantautor de Porto, Portugal, com raízes brasileiras e uma ligação com a música desde cedo.  Apesar de ter nascido e crescido no Porto, os seus pais são brasileiros e sempre ouviu muita música brasileira. Aos 18 anos inscreveu-se na escola de música Valentim de Carvalho onde teve aulas de canto, guitarra, treino auditivo, teoria musical e combo. Posteriormente, o reencontro com as raízes brasileiras aconteceu quando se juntou à Orquestra Bamba Social como vocalista, projeto que juntou músicos luso-brasileiros residentes no Porto. Juntos, lançaram os temas “Sorria” e “Cadê Cascais”, sendo que este último contou com a participação do rapper brasileiro Marcelo D2.

Tiago Nacarato passou pelo The Voice Portugal em 2018 e logo depois começou a apresentar o seu trabalho solo. No final desse mesmo ano de 2018, estreou no Brasil, passando por São Paulo, Rio de Janeiro, Fortaleza e Belo Horizonte. O álbum de estreia, “Lugar Comum” foi editado em 2019, ano em que voltou ao Brasil. Tiago já tocou com Paulinho Moska, Salvador Sobral, Luca Argel (tem entrevista com ele por aqui também) e outros.

A conversa com o Tiago foi na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, após um debate sobre as diferenças entre Brasil e Portugal e uma apresentação em conjunto com Luca Argel.

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Balla e os Cristais fazem parte da nova geração do rock brasileiro. Nesse papo engraçadíssimo que tiveram com o jornalista Alvaro Tallarico falam do urbanismo do seu som e o foco de usar a música para transformar. O grupo preza por uma força melódica, letras e canções que criticam os problemas da sociedade. Ou seja, nada de música boba e besteirol, apesar da clara e carismática irreverência que a galera tem. Afirmam que a música é uma arte que se completa no outro e assumem ter coragem de botar a cara pelo que acreditam, buscando incomodar, provocar, ao mesmo tempo em se auto-ironizam.

Pela internet, é possível encontrar uma bela versão que eles fizeram de “Comportamento Geral”, do grande Gonzaguinha. Outras composições próprias do grupo chamam atenção como “Fala, Quer Invadir”, a qual tem força; “Balla e os Cristais da Decepção Matando Moinhos de Vento”, que, no mínimo, vale pelo título criativo, e “Canta”, uma convocação para rockeirar.

Durante seus shows o grupo faz diversas piadas entre si, entretendo o público além da música. Erick Ferreira no baixo, além de alívio cômico, não deixa a peteca cair, dando uma base bonita. Rafael Balla é aquele vocalista de rock num estilo psicodélico de terno. Em verdade, a banda costuma entrar com o pé na porta, exclamando “Vocês São Todos Idiotas”, uma autoral que já mostra personalidade.

Além disso, o single autoral “Andam Dizendo” tem estilo e pegada, com uma introdução épica e riffs contagiantes. Brunno Martins na guitarra é eletrizante e lá atrás Gustavo Almeida pesa na bateria nas horas certas. Afinal, é rock de fazer balançar a cabeça. A banda parece ter a ideia de transformar e fazer música de qualidade – se divertindo durante o processo.

// Apresentação e roteiro: Alvaro Tallarico // Edição: Fachal Júnior // Siga @viventeandante no Instagram e no Twitter // No Facebook: facebook.com/viventeandante // E visite www.viventeandante.com

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